As palavras me faltam nesse momento. Justo pra mim que sempre tenho um comentário (mesmo que inútil) a fazer. As lágrimas caem durante o silêncio em mim que é sufocado pela euforia ao meu redor. Continuo dirigindo, levando a minha dor pra casa, sozinha. A voz amiga ao telefone me acalma, me guia, me aconselha, me faz querer que o tempo passe mais rápido. Há tanto pra enfrentar ainda. Há tanto riso e tanto choro pra acontecer. E, assim, quem sabe, amanhã eu não lembre mais de você.
eu calo, mas sempre escrevo
domingo, 7 de outubro de 2012
Ponto final
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