Que mal há em proteger os outros? Que mal há em acreditar na bondade (mesmo que tenham sido muitas as decepções)? Que mal há em acreditar que, do meu jeito, posso ser a diferença? Posso até me deixar magoar, mas terei sido fiel ao que acredito. E eu, assim meio desengonçada, criança e ingênua, acredito no amor! Em todas as suas formas e cores, se eu planto o bem, posso passar por secas e pragas, mas ainda colherei o bem antes cultivado. É meio bobo e incrivelmente infantil, mas eu acredito no amor!
eu calo, mas sempre escrevo
sábado, 11 de maio de 2013
Ai, eu acredito!
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